05 maio 2018

A presença dos números na vida

A aprendizagem é mais significativa e verdadeira quando ela parte da própria realidade da criança e vai se ampliando. É preciso que aquilo que aprende dialogue com suas vivências!  

"Reconhecimento de números no contexto diário: indicação de quantidades, indicação de ordem ou indicação de código para a organização de informações."

Este é um dos primeiros objetivos em Matemática para o Ensino Fundamental descrito na BNCC. 

Estas fichas propõem despertar nas crianças a percepção dos números que estão tão próximos a elas, representam dados da sua própria vida! 
Leve, para a sala de aula, balança, fita métrica, relógio, celular... Permita que retirem seus sapatos e até comparem e comparem os tamanhos. A classe parecerá um pouco mais caótica, mas você terá alunos envolvidos, motivados, analisando o conteúdo proposto e atingindo o objetivo esperado!


Atividade identidade




Os números na vida


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03 maio 2018

Caça-palavras e Cruzadinha - Letra R

O caça-palavras e a cruzadinha são recursos lúdicos que despertam e prendem a atenção das crianças para a escrita!
Não temos o objetivo de tornar essa tarefa difícil, mas prazerosa e pedagógica.
Na cruzadinha a criança nota a quantidade de letras nas palavras e as interseções de letras que duas ou mais palavras possuem. O banco de palavras ajuda na correspondência dos sons e quantidade de letras.
O Caça-palavras é bem simples, ajudando a criança a perceber o som inicial (onde deve começar a pintar/circular a palavra) e o som final (onde deve terminar de circular/pintar). Trabalha a percepção da métrica das palavras.

Letra R



Letra R

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Letra B    Letra D      Letra F      Letra J      Letra L      Letra M      Letra N      Letra P


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02 maio 2018

Complete as palavras & Separe as sílabas - Letra R

Dizemos que a criança está no nível silábico quando ela representa cada sílaba com uma letra. Quando as letras escolhidas são arbitrárias, dizemos que não possui valor sonoro, caso a letra seja alguma das que compõem aquela sílaba, essa representação já possui valor sonoro.

Neste nível, algumas crianças privilegiam as consoantes, outras as vogais.

As atividades abaixo funcionam como intervenções para estes casos. A criança que escreveria "RATO" com "RT" se perguntará o que está faltando na palavra. Esse questionamento amplia sua consciência fonológica.

Separar sílabas também é interessante para provocar a reflexão fonológica. Caso a criança coloque apenas "R" num quadro e "T" no outro, acreditando que escreveu "RATO", a professora pode provocar: "R com que vogal vai fazer RA?" Assim a criança desperta a percepção de mais sons e avança nas hipóteses linguísticas.


Atividades Letra R



letra r

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01 maio 2018

Atividades Letra R

Praticando a escrita e leitura de palavras iniciadas com a letra R.

A  atividade de desembaralhar as letras é uma boa intervenção para crianças em nível silábico-alfabético. Devemos instruí-las de que devem utilizar todas as letras que estão no quadro, nenhuma pode faltar, assim ela se poderá perceber quando costuma deixar letras faltando na escrita das palavras. É uma intervenção autorreguladora.

Procurar e pintar a palavra correta vai ser mais fácil do que o aluno pensa, ele começa a utilizar a lógica para relacionar o som da palavra aos seus símbolos gráficos, sem necessariamente saber ler, de fato. É um degrau importante no processo e gera autoconfiança.


atividades letra R




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29 abril 2018

Ditado Recortado - Letra R

O ditado-recortado é uma estratégia que desperta o interesse e atenção do aluno para a leitura e escrita além de treinar o uso da tesoura.

ditado recortado




letra R
Outras atividades como esta:


25 abril 2018

Atividades Ligue e Relacione - Letra R

Olá, leitores educadores!
Ler e escrever é uma habilidade como qualquer outra e para ficar habilidoso é preciso treinar!
Não estou falando em condicionamento, tampouco em codificação e decodificação mecânica, mas para alcançar a fluência e interpretação temos que compreender a lógica da escrita.
É fundamental conhecer a letra e som que ela produz; "casar" as consoantes com as vogais para formar as sílabas... Até então nada parece fazer sentido! Mas agora estamos capacitados para identificar e escrever palavras que produzam os significados!

Usando um grupo de palavras temáticas com uma letra inicial comum, o aluno compreende mais facilmente a estrutura da língua escrita.

Note que as atividades abaixo giram em torno do mesmo objetivo: reconhecer e relacionar palavras às imagens. O que muda é o grau de dificuldade e o formato. Use de acordo com a necessidade de sua turma!

Boa aula!








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23 abril 2018

Atividades Silábicas - Consoante R

Dando continuidade ao trabalho de destaque da sílaba inicial para despertar e desenvolver a atenção da criança para o som e grafia das palavras.
As atividades abaixo começam a trabalhar a escrita das palavras com eixo na família silábica R.
Além do reconhecimento gráfico e a prática da escrita, a segunda atividade treina, também, a habilidade de ordenação.
Boa aula!
Método Silábico




Método Silábico
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21 abril 2018

Exercitando Adição e Subtração

Para consolidar uma aprendizagem é preciso PRATICAR! Em Matemática a prática é imprescindível! 

Esta ficha é intermediária, quando a criança já está trabalhando adição com reserva e ainda está praticando a subtração simples.
Os quadradinhos acima da fileira das dezenas ajuda na compreensão de que como o resultado da soma das unidades formou uma dezena e, como não terminamos a conta, precisamos agrupar este resultado parcial em unidades na fileira das unidades e jogar o grupo de dezena para cima da fileira de dezenas, efetuar esta fileira e finalizar a conta!

Dica:
 O material dourado, apesar de não estar estruturado com valor posicional, é um bom recurso para compreensão dos agrupamentos: unidades e dezenas.













20 abril 2018

Exercícios Silábicos - Letra R

Notar a sílaba inicial das palavras é um importante passo na alfabetização!
A partir desta identificação o aluno deve fazer a correspondência entre a grafia que representa o som pronunciado no início das palavras.
As atividades abaixo ajudam a desenvolver essas habilidades.

Dica:

É necessário sempre explicar ao aluno como realizar uma atividade proposta. Muitas vezes esquecemos que aquilo que é corriqueiro para nós é uma novidade para as crianças. Se  negligenciamos a orientação correta dos processos das atividades corremos o risco de não alcançar objetivos ou alcançá-los apenas em parte.

Na primeira ficha, por exemplo, podemos sugerir que eles partam da imagem para encontrar a sílaba inicial correspondente. Já na segunda, é necessário ler a sílaba e então encontrar a imagem correspondente.

Por isso mantenho sempre o mesmo padrão e esquema estrutural destas atividades, pois, com o tempo o aluno já compreende o "como" fazer, deverá apenas se ocupar do cerne da questão, do objetivo principal que é aprender a letra, a sílaba, suas correspondentes, etc. Isso deixa o aluno mais seguro e confiante ao realizar os exercícios propostos!




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18 abril 2018

A abordagem indígena na escola

      
I Jogos Mundiais Indígenas

      Durante muitos anos a história do Brasil foi transmitida sob um olhar unilateral envolvido em parcialidades ideológicas. Valorizou-se então, sobremaneira, uma cultura e um modo de vida em detrimento de outros. Contudo, a formação do povo brasileiro se dá a partir da mistura de muitas etnias e muitos aspectos desses contingentes foram deturpados ao serem transmitidos, seja através das cartas aos portugueses, dos registros historiográficos, dos currículos escolares...
    As consequências são diversas, sobretudo a má formação de uma identidade nacional. Um exemplo gritante de nossas lacunas históricas é a nossa concepção sobre os povos nativos, que não são bem representados desde a nomenclatura que receberam (índios).
      Entende-se, hoje, como a forma mais correta de se referir a esses grupos como povos indígenas, na tentativa de lembrar que não existe uma imagem de índio pré-determinada e uma única maneira de ser indígena, mas que muitos povos com diferenças culturais, de  hábitos, de estruturas sociais, de rituais, etc.
      A Lei nº 11.645 de 2008, busca corrigir e preencher esta lacuna histórica na compreensão da contribuição das culturas Afro-brasileira e Indígenas como constituintes da nossa própria. Contudo, apesar da lei garantir que a cultura e história dos grupos indígenas devam ser valorizados e contextualizados em diversas disciplinas ao longo de toda a escolaridade, a imagem do índio continua sendo estereotipada e folclorizada nas salas de aula.
      A escola, que deveria ser espaço de produção de conhecimentos e exercício da cidadania, continua reforçando estereótipos e, por conseguinte, preconceitos! As práticas pedagógicas continuam reproduzindo as mesmas abordagens de duas décadas atrás, como: pintar os rostos dos alunos, coroá-los com um cocar, fazer uh-uh-uh, e cantar músicas feitas por não índios. Mas, esta pintura representa qual cerimônia? Este cocar pertence a qual povo? Por que não cantamos músicas de origem indígena?! Essas são as questões centrais. Nenhuma dessas práticas são proibidas, mas é preciso relativizá-las, questioná-las, ampliá-las e aprofundá-las. Pois, novamente, escola é espaço de construção de conhecimento real, não de reprodução do senso comum. O senso comum é o princípio da construção do saber, que deve ser lapidado pela escola.
      Entretanto, por que tantos professores se mostram tão resistentes a modificar suas perspectivas e estratégias? Uma possibilidade de resposta seria o não reconhecimento, por parte destes,  da importância do tema para a formação da sociedade nacional, o que é um alerta sobre a fragilidade da sua formação.
      Como,então, devemos abordar o assunto com nossos alunos e construir uma imagem mais justa desses povos que nos influenciaram e influenciam tanto? O primeiro passo é não falar no tempo passado. Geralmente nos referimos aos indígenas como povos que existiram na época da chegada dos portugueses, anulando toda sua trajetória e suas ações no presente. Tampouco trabalhar o tema somente no dia 19 de abril. É importante discutir e propor pesquisas sobre a quantidade e nomes dos povos, suas línguas, suas identidades traduzidas em sua arquitetura, pinturas, objetos... Quais elementos, palavras e hábitos da cultura indígena influenciam em nossa vida. Qual a forma mais correta nomeá-los. Trazer para a sala de aula suas mitologias, cantos e literatura. Pesquisar e confeccionar instrumentos musicais, brinquedos ou utensílio doméstico utilizado por algum dos povos. Lembrar a riqueza e delícias da culinária indígena, alimentos que aprendemos a preparar com eles. É imprescindível reconhecer sua luta por território, identificar os espaços que ocupam e como vivem atualmente. 
        Existem muitos recursos de fácil acesso para coleta de informações como o PIB Mirim e o PIB Socioambiental. Muitos vídeos e documentários riquíssimos, no Youtube, para uma imersão cultural. Páginas no facebook como a Aldeia Maracanã que atualizam sobre as ações do seu grupo.
      São algumas possibilidades de intervenção. São todas tentativas de correção, de desconstruir o índio preguiçoso, selvagem, e socialmente atrasado que pintaram em nossas caras, em nossos livros, em nossa memória! O indígena não é um cocar, não é uma oca, não é uma canoa! Ele não deixa de ser índio quando veste calça, usa celular, estuda em universidade. Assim como nós também não nos tornamos indígenas quando comemos pipoca, dormimos em rede, usamos pulseiras de miçangas. São etnias, grupos que se identificam pela mesma raiz cultural, semelhanças biológicas, mesma língua, religião e modo de viver. 
             Este modo de trabalhar o conteúdo programático não é "mimimi" ou discurso "politicamente correto", é cumprimento da lei e reconhecimento do papel de educador!
     



Referências:

AXA - ARTICULAÇÃO XINGU ARAGUAIA. Dia do índio: 10 sugestões de atividades para escolas. Disponível em: <http://axa.org.br/2015/04/dia-do-indio-10-sugestoes-de-atividades-para-escolas/>. Acesso em: 17 abr. 2018.

PIB MIRIM. O que é ser índio. Disponível em: <https://mirim.org/o-que-e-ser-indio>. Acesso em: 17 abr. 2018.

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Quem são?. Disponível em: <https://pib.socioambiental.org/pt/p%c3%a1gina_principal>. Acesso em: 17 abr. 2018.

SILVA, Marinês Cavalcante Da; AQUINO, Viviane De Fátima. O ensino das culturas indígenas nas escolas: a abordagem obsoleta sobre os nativos nos livros didáticos.